
Exposição
Perdurar como Paradoxo. Obras da Coleção de Arte Contemporânea da Fundação MEO
De 1 de outubro a 13 de novembro, 2026
Espaço Fundação MEO, Fórum Picoas, Lisboa
Encontra-se patente, até 13 de novembro, no Espaço Fundação MEO, em Lisboa, a exposição Perdurar como Paradoxo, com curadoria de Afonso A. Castro.
A exposição reúne obras produzidas desde a década de 1980, provenientes de diferentes núcleos da Coleção de Arte Contemporânea da Fundação MEO, incluindo trabalhos raramente exibidos e outros apresentados ao público pela primeira vez.
Partindo da tensão entre a preservação das obras de arte e a sua visibilidade pública, Perdurar como Paradoxo propõe uma reflexão sobre os conceitos de memória, conservação e transformação, explorando a relação entre aquilo que é preservado nas coleções e o que permanece afastado do olhar do público.
Sem estabelecer um percurso cronológico, a exposição promove o diálogo entre diferentes gerações, linguagens e práticas artísticas, organizando-se a partir de afinidades relacionadas com a perceção, a matéria e a energia. Através da pintura, do desenho, da fotografia, do vídeo e da instalação, são exploradas questões relacionadas com a transformação dos objetos artísticos, a passagem dos sistemas analógicos para os digitais e as possibilidades de novas leituras das obras no presente.
A mostra integra trabalhos de artistas como Eduardo Batarda, Pedro Cabrita Reis, Eduardo Nery, Alexandre Estrela, Joana Rosa, Maria José Oliveira, Pedro Casqueiro, Pedro Proença, Ragnar Kjartansson e Martinha Maia, entre outros.
Esta exposição foi desenvolvida no âmbito do projeto “Implementação do Espaço Fundação no Fórum Picoas“, uma parceria entre a Fundação MEO e o IHA – Instituto de História da Arte.
Com o objetivo de promover uma experiência cultural inclusiva, a exposição disponibiliza recursos de acessibilidade, incluindo audiodescrição, conteúdos em Língua Gestual Portuguesa (LGP) e materiais adaptados a diferentes públicos, acessíveis através de uma aplicação gratuita.
Todas as informações no website da Fundação MEO, aqui.
Fotografia do banner: © Christophe Guerreiro / Fundação MEO