
Coordenador
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Carla Varela Fernandes* |
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Investigadores Integrados
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Ana Celeste Glória |
Alexandra Curvelo** |
Francesca Iorio |
Giuseppina Raggi |
Madalena Matos |
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Maria João Pereira Coutinho* |
Maria João Vilhena de Carvalho** |
Nuno Senos |
Pedro Flor* |
Sabina de Cavi |
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Susana Varela Flor* |
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Investigadores Colaboradores
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Andreia Martins Torres |
Cátia Mourão |
Hannah Sigur |
Helder Carita* |
Hilda Frias |
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Joana Ramôa Melo |
Maria de Jesus Duran Kremer |
Maria João Petisca |
Michela Degortes |
Nuno Villamariz Oliveira |
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Rui Oliveira Lopes |
Sílvia Ferreira* |
Ulrike Körber |
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*também integra o Grupo LxSt
**também integra o Grupo MuSt
Doutorandos
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Beatriz Dantas |
Carolina Proença |
Inês Mineiro Abreu |
Joanna Cieminska |
João Júlio Rumsey Teixeira |
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José Bruto da Costa |
Laura Lestani |
Lúcia Valdevino |
Manuel Apóstolo |
Margot Opitz Vilaça |
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Maria João Burnay |
Raquel Seixas |
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Palavras-chave
Transferências Culturais
Vida Social dos Objetos
Receção e Significados
Ornamento e Artes Decorativas
Descrição
O Pre-MODERN resulta da fusão de dois antigos grupos: Artistic Horizons of Hispania e Medieval and Modern Art Studies. Centra-se nas redes que conectaram regiões distantes e que facilitaram transferências culturais. A investigação desenvolvida pelos seus membros incide sobre a circulação de objetos e pessoas, de materiais e modelos, bem como sobre a cultura imaterial (conhecimentos, competências técnicas, literatura). Abrange um vasto conjunto de áreas geográficas (do Mediterrâneo ao Atlântico, ao Oceano Índico e ao Pacífico) e de períodos cronológicos (do século I d.C. ao século XIX). Esta amplitude permite desenvolver novas abordagens e comparações transculturais, ultrapassando divisões estilísticas tradicionais e procurando nas realidades sociais, políticas e económicas de cada período uma melhor compreensão da sua produção cultural.
O Pre-MODERN estuda dinâmicas que ultrapassam casos individuais. Mais especificamente, centra-se em questões relacionadas com:
– a receção, apropriação, adaptação, rejeição e/ou resistência face a modelos e conceitos artísticos importados;
– a mobilidade de artistas, mercadores, diplomatas e outros agentes que disseminaram modelos e conceitos através das suas viagens e do trabalho em diferentes contextos;
– a circulação de objetos, analisados não apenas pelo seu valor artístico, mas também enquanto objetos materiais que transmitiram novos valores a diferentes ambientes culturais e desencadearam sequências culturais de grande importância (como o azulejo ou a talha dourada quando transferidos para os territórios coloniais);
– com a circulação de ideias, conceitos e textos que desempenharam um papel fundamental na implementação de práticas, como no caso dos tratados de arquitetura.
Os seus membros articulam-se com o Departamento de História da Arte da NOVA FCSH através de programas de mobilidade e da oferta de seminários dirigidos a estudantes e a um público mais amplo (professores e profissionais do turismo).
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